O Governo de Minas Gerais confirmou, nesta semana, três casos de Mpox na Região Metropolitana. As infecções foram registradas em Belo Horizonte e Contagem, segundo dados divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG).
De acordo com o órgão, os pacientes são homens adultos, com idades entre 35 e 45 anos, que apresentaram quadro clínico considerado leve e evoluíram para cura sem complicações. Não há registro de hospitalizações ou óbitos no estado relacionados à doença neste ano.
A SES-MG informou que mantém monitoramento contínuo de casos suspeitos. Técnicos reforçam que parte do aumento nas notificações observadas nos painéis oficiais reflete também dados acumulados de anos anteriores, o que pode gerar interpretações equivocadas sobre a situação epidemiológica atual.
Transmissão e cuidados
A Mpox — infecção viral anteriormente conhecida como varíola dos macacos — é transmitida principalmente pelo contato direto com lesões, fluidos corporais, gotículas respiratórias e objetos contaminados. Entre os sintomas mais comuns estão febre, dor de cabeça, mal-estar, linfonodos inchados e o surgimento de lesões cutâneas.
Especialistas orientam que pessoas com sintomas respiratórios ou lesões na pele devem buscar atendimento médico, evitar contato próximo com outras pessoas e não compartilhar objetos pessoais.
Situação nacional
No cenário nacional, o Ministério da Saúde contabiliza dezenas de casos confirmados em 2026, com maior concentração no Sudeste. Até o momento, não há óbitos registrados no Brasil neste ano.
Alerta reforçado
O governo mineiro afirma que segue atuando com vigilância ampliada, capacitação de equipes e divulgação de orientações para a população. A recomendação é que qualquer pessoa que apresentar sinais compatíveis com a Mpox procure imediatamente uma unidade de saúde.





